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Própolis

O poderoso antibiótico das abelhas

 

 

Os antigos conheciam muito bem as qualidades da própolis.

Os egípcios a usavam para embalsamar corpos (o que explica a durabilidade das múmias)

e os gregos a utilizavam para tratar ferimentos, especialmente os provocados por flechas envenenadas

 

A palavra própolis vem do grego “pro-polis” que significa “defesa da cidade”.

Uma alusão às barreiras que as abelhas levantam com essa material na entrada das colméias para protegê-las do frio e de predadores

 

Num sábado de inverno, após participar de uma solenidade, o prefeito K. Lund Aagaard, da cidade de Vejby-Tibirke, Dinamarca, foi para casa com mais de 40 graus de febre e muita dor de garganta. Não conseguiu dormir. No meio da noite, levantou-se para tomar um remédio e, ao abrir o armário, deparou com uma bola de própolis que recolhera em uma de suas colméias. Lund, nas horas vagas, dedicava-se à apicultura, e tomara conhecimento das experiências do biólogo francês Remy Chauvin sobre o poder antibiótico e bactericida da própolis.

 

As pesquisas de Chauvin, iniciadas em 1965, ainda não se estendiam a seres humanos. Mesmo assim, Lund dissolveu um pedaço de própolis em água morna, fez um bom gargarejo, depois ingeriu parte do líquido. Voltou para a cama sentindo-se um pouco tonto. Acordou no dia seguinte sem febre, sem dor, praticamente curado. Estava redescoberto o valor terapêutico de uma substância da medicina popular que caíra em desuso no século XX.

 

Após a experiência de Lund, no entanto, intensificaram-se os estudos sobre o uso da substância para fins medicinais. Em 1972, reunia-se em Bratislava, Tchecoslováquia, um simpósio internacional sobre própolis onde foram relatados milhares de casos de cura, principalmente de processos infecciosos internos e externos.

 

Apesar dessa reabilitação tardia (em meados da década de 60), os antigos conheciam muito bem as qualidades da própolis. Os egípcios a usavam para embalsamar corpos (o que explica a durabilidade das múmias) e os gregos a utilizavam para tratar ferimentos, especialmente os provocados por flechas envenenadas.

 

A palavra própolis vem do grego “pro-polis” que significa “defesa da cidade”. Uma alusão às barreiras que as abelhas levantam com essa material na entrada das colméias para protegê-las do frio e de predadores.

 

O uso do produto foi contínuo através dos séculos. Na Idade Média, costumava-se passar própolis no umbigo dos recém-nascidos para evitar infecções, extremamente comuns naquela época. Na Rússia do século XVIII, a própolis era indicada no tratamento da tuberculose. A última notícia que se tem de seu uso, antes da re-descoberta por Chauvin e Lund, foi na Guerra dos Boers (1899-1902). Os habitantes da África do Sul, em luta contra os colonizadores ingleses, valiam-se da própole-vasogen, mistura de própolis com vaselina para cuidar dos feridos. Depois disso, ela desaparece da literatura médica.

 

A descoberta das propriedades da própolis por Chauvin foi casual. Ele realizava um estudo sobre a ação de bactérias em insetos quando percebeu que as abelhas eram praticamente imunes a microorganismos. Após um exame minucioso da situação, concluiu que a responsável pela esterilização das colméias era a pasta marrom opaca, espalhada pelas abelhas no interior de suas casas (inclusive nas paredes dos favos). Essa substância revelava grande poder germicida.


Ficava, porém, uma pergunta no ar: como as abelhas são capazes de fabricar um produto com tais qualidades?

 

Há 50 milhões de anos, quando as abelhas organizavam suas primeiras colméias, tiveram que “pensar” na limpeza da casa para evitar o aparecimento de microorganismos nocivos. E descobriram a resposta na natureza. Muitas árvores, no mundo inteiro, agregam resinas e bálsamo quando um galho é partido ou o tronco sofre uma incisão. Essas resinas têm a finalidade de “cicatrizar” o ferimento e impedir que bactérias penetrem na árvore, infectando-a e prejudicando sua saúde. Trata-se de um verdadeiro antibiótico natural. A mesma substância aparece também nos botões das flores e nas folhas das árvores.

 

Pois é essa resina que algumas abelhas de cada colméia, especialmente escaladas para o trabalho, coletam nas árvores. Ao voltarem para casa, com o produto armazenado nas patas traseiras, são auxiliadas por outras que retiram o material e o mastigam, adicionando a ele suas próprias secreções, ricas em enzimas. A substância original, já dotada de poder bactericida torna-se ainda mais eficientes, pois alguns compostos das abelhas (inclusive o veneno) são comprovadamente antibióticos.

 

Na colméia, a própolis “enriquecida” pelas abelhas reveste as paredes internas dos favos e tampa as frestas externas, cumprindo papel protetor contra o frio excessivo e invasão de predadores (formigas, ratos, lagartixas, etc.). Quando mesmo assim a colméia á assaltada, as abelhas matam o inimigo com picadas; depois, se ele for muito grande para ser carregado e jogado fora, mumificam-no com própolis. Quer dizer, a substância impede a decomposição do corpo por bactérias – o que demonstra seu alto poder germicida.

 

Várias pesquisas realizadas com a própolis relatam sua ação estimuladora dos glóbulos brancos do sangue. Como se sabe, essas células agem na defesa do organismo contra infecções: “engolem” as bactérias nocivas e secretam diversas substâncias que as digerem; além disso, estimulam a produção de anticorpos que também vão lutar contra microorganismos indesejáveis.

 

Os flavonóides são substâncias que estimulam a regeneração celular e estão presentes nas resinas das plantas que fazem fotossíntese, participando ativamente na síntese do ATP (adenosina trifosfato), principal bicomposto fornecedor de energia química. E a própolis, além de diversas vitaminas (complexo B, C E, H, P, provitamina A), minerais (ferro, cobre, manganês, zinco) e enzimas, contém uma gama única de flavonóides em sua combinação natural. O mais conhecido é a galangina, substância de reconhecido poder antibiótico que ataca vários grupos de bactérias.

 

Acredita-se, também, que os flavonóides contidos na própolis bloqueiam a liberação de histamina para que ela não impeça a ativação do sistema imunológico, o que é uma de suas funções. Por fim, os flavonóides protegem contra a formação de depósitos de colesterol e triglicérides nos vasos sanguíneos, evitando a aterosclerose.

O uso da própolis como suplemento alimentar traz muitos benefícios à saúde, entre eles:


* aumento da disposição física (inclusive no plano sexual) e mental;


* ação regeneradora sobre as mucosas do estômago e intestino;


* acelera processos de cicatrização e recuperação em casos de ferimentos e infecções;


* apresenta efeitos positivos sobre o sistema imunológico, na circulação e no metabolismo.

 

E além de tudo, essa substância natural, se não for adulterada pelo homem, chega a nós tão pura, como no dia que foi criada!

 

Fonte: Revista Saúde!

 

 

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