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Sistemas
de Irrigação para Jardins
Por:
Wagner Novais*
Hoje,
a irrigação está se tornando cada vez mais popular,
muito diferente do que quando surgiu, no hemisfério norte, no
início do século, somente com o objetivo de suprir a falta
d'água dos gramados e canteiros das cidades mais quentes e secas,
Com isso, a tendência é a substituição do
bom e velho, mas ultrapassado regador, por métodos ágeis
e equipamentos mais fáceis de manusear, a um custo cada vez menor.
Para uso em jardinagem, existem dois métodos práticos
de irrigação: por aspersão e gotejamento.
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Por Aspersão: podem ser estáticos, giratórios ou
oscilantes
- Aspersão
- Estáticos:
Compreendem uma base fixa, que se encaixa na ponta de uma mangueira
e, com a pressão que se forma dentro do irrigador, a água
que sai da mangueira imita uma chuva.
Aspersão - Giratórios: Seguem a mesma linha dos
estáticos e representam um grupo mais numeroso entre os portáteis:
- Aspersão
- Oscilantes: São os mais versáteis entre todos
os irrigadores - neles, o fluxo de água provoca a movimentação
de um braço cheio de furinhos, não em círculo
e sim em meia lua.
- Por gotejamento: podem ser simples ou automáticos
- Gotejamento
- Simples: Consiste numa mangueira ou conduíte com pequenos
furinhos colocados próximo ao caule dos arbustos, de modo a
umedecer continuamente as raízes.
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Gotejamento - Automático:
Segue o mesmo sistema acima, mas tudo é controlado por um sistema
eletrônico, podendo adicionar também a liberação
de fertilizantes na quantidade certa e tempo de uso pré determinados.
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Wagner Novais é Engenheiro Agrônomo
e-mail: novais.wagner@gmail.com

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