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Guia das Plantas Medicinais

 
(Maytenus ilicifolia)

E

EMBAÚBA (Cecropia palmata): Poderoso diurético, que ameniza a pressão e regula as batidas do coração. Não é recomendado o uso contínuo.

ENDRO (Anethum graveolens): É usado popularmente para combater enjôo, irritação e inflamações da garganta. Combate gases e cólicas.

EQUINÁCEA (Equinacea angustifólia): Considerada antibiótica e antiinflamatória, possui mais de 20 óleos essenciais. Possui terpenos (pentadecadieno), substâncias com possíveis propriedades oncolíticas (bloqueiam e destroem muitas células cancerígenas), equinacosídeo (que possui efeito antibiótico sobre estafilococos) e fungicida (destrói os fungos).

ERVA BALEEIRA (Cordia verbanacea): Indígenas brasileiros utilizavam esta planta como um poderoso antiinflamatório. Ainda hoje, a medicina popular se rende aos poderes da erva-baleeira, especialmente nas comunidades litorâneas, onde ela é usada na forma de pomada, extrato ou folhas maceradas para curar ferimentos provocados por acidentes com peixes nas pescarias. Especula-se, inclusive, que o nome "baleeira" seja inspirado justamente nesta associação com o uso da planta por pescadores e por ser abundante nas regiões litorâneas. Seu uso popular é largo e variado: é usada contra artrite, reumatismo, artrose, contusões e em todo tipo de inflamação, inclusive na forma de bochechos para aliviar dores de dente e tratar inflamações bucais. Além disso, é indicada contra úlceras. Seus poderes como cicatrizante e antiinflamatória é que fizeram a fama desta planta. Em algumas regiões, as folhas da erva-baleeira são cozidas e aplicadas sobre feridas para acelerar a cicatrização.

ERVA DE BICHO (Polygonum acre, hydropiper): A planta seca é usada no preparo de compressas e infusões. É hemostática, depurativa, adstringente e diurética. Amplamente empregada no Brasil contra reumatismo e ferimentos. Tem a fama de amenizar hemorragias, hemorróidas e varizes. Tem fama de melhorar o desempenho cerebral e o raciocínio. Não deve ser usada por mulheres grávidas.

ERVA CIDREIRA (Lippia alba): O chá relaxa o sistema nervoso, induz ao sono e acalma as emoções. Ajuda nas cólicas, espasmos e gases. Possui propriedades digestivas. Indicada nas taquicardias e depressões, alívio das dores de cabeça e da pressão alta.

ERVA DOCE (Pimpinella anisum): A semente da erva-doce favorece as secreções salivares, gástricas e a lactação. É indicado em dispepsias nervosas, enxaquecas de origem digestiva, cólicas infantis, deficiências cardiovasculares (palpitações e angina), asma, espasmos brônquicos. Popularmente é muito conhecida por ajudar a aumentar o leite materno. Ajuda a acalmar cólicas menstruais e gases intestinais. O infuso das sementes acalma a excitação nervosa e insônia. Evitar o uso prolongado, pois pode causar intoxicação e confusão mental.

ERVA SANTA MARIA (Chenopodium ambrosioides): As folhas secas afugentam insetos caseiros. Pode ser usada como vermífugo e tônico digestivo. Popularmente é usada contra hemorróidas, varizes, para facilitar a menstruação, a circulação e combater doenças nervosas. Sua infusão e tintura aliviam bronquite e tosse.

ERVA DE SÃO JOÃO (Hiperycum perforatum): Ver "Hipérico" na letra H.

ERVA MATE (Ilex paraguayensis): Indicada como estimulante dos vervos, digestiva, auxiliar nas afecções dos rins e bexiga, reumatismo e dispepsias. Laxativa. Em função da caféina, é estimulante da atividade cerebral, combate o cansaço. Sua infusão é ótima auxiliar nos regimes de emagrecimento.

ESPINHEIRA SANTA (Maytenus ilicifolia): Na medicina popular a planta espinheira-santa é famosa no combate à úlcera e outros problemas estomacais como gases, má digestão, gastrite crônica e azia, males dos rins e fígado.
As folhas, frescas ou secas, são utilizadas no preparo de infusões para uso interno e externo. O efeito cicatrizante também pode ser observado como auxiliar no tratamento de problemas da pele, como acnes, feridas e eczemas. O uso mais comum da Espinheira Santa é como auxiliar no tratamento de gastrites e úlceras gástricas e duodenais. A indicação popular do chá feito das folhas da Espinheira Santa foi comprovada cientificamente por vários pesquisadores (Carlini & Bráz, 1988; Faleiros et al., 1992; Ferreira et al., 1996; e Carvalho et al., 1997).Seu uso é indicado para combater as fermentações anormais do intestino, normalizando as funções gastrointestinais, é ainda antisséptica e cicatrizante. No final da década de 80, a Central de Medicamentos (Ceme) divulgou um estudo oficial em que comprova as propriedades terapêuticas desta erva. Os índios brasileiros a empregavam no tratamento de tumores – o que pode ter dado origem a nomes populares como “erva cancerosa”. Seu efeito cicatrizante também é observado sobre afecções da pele.

EUCALIPTO AROMÁTICO (Eucaliptus globulus): Poderoso aintiséptico, é indicado para uso em inalações, para problemas pulmonares, bronquite, asma e inflamações da garganta. O óleo essencial de sua folhas é famoso por suas propriedades germicidas. Usado também nas dores musculares e reumatismo. A casca da árvore ou o chá das folhas é usado para combater gripes e resfriados.

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